quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PALAVRA CANTADA É SHOW

Compartilhando com vocês uma  dupla sensacional que eu amo: Paulo e Sandra  através da música conseguem divertir a criançada e os adultos também. Entre elas estão: A sopa, O rato, Criança não trabalha e A QUE EU SOU APAIXONADA: "Irmãozinho"
Agora Palavra cantada em 3d.
Vejamos um pedacinho do trailer


terça-feira, 18 de outubro de 2011

O DESENHO DA CRIANÇA

CRESCER NOTÍCIAS:

10 coisas que você precisa saber sobre o desenho do seu filho

Neste momento especial para a criança tem de tudo: diversão, estímulo ao desenvolvimento, criatividade e até autoconhecimento. Veja aqui como enriquecer ainda mais esse momento

Cristiane Rogerio e Marina Vidigal

Arquivo Pessoal
O lápis fica no meio da pequena mãozinha, procurando o equilíbrio. A ponta encosta o papel e - meio reto, meio torto - o risco sai. O autor esboça um sorriso, olha para o adulto, procura cumplicidade no grande feito. Imaginem a emoção que vive a criança em seus primeiros traços. O que você precisa saber para este momento artístico comum a todas as crianças ser ainda melhor.

1 - Expressão e emoção. A criança tem uma intensa elaboração mental enquanto desenha. É comum, enquanto o lápis risca o papel, ouvir as crianças narrando histórias que se passam com os personagens que traçam. É como o que acontece no brincar.

2 - Fases e estilos. Por mais que, no geral, a criança comece pelos rabiscos por prazer e vá mudando o traço até chegar a formas mais "reais", essas fases não são fixas. Ao longo da infância, as crianças podem ir e voltar várias vezes em determinados estilos, fazer um desenho característico de uma fase pela manhã e, à tarde, esboçar um desenho próprio de outra. E é por isso que não é adequado classificarmos os desenhos como "bom" ou "ruim". O desenvolvimento da criança por meio do desenho não tem uma característica linear.

3 - Diferentes materiais. Procure oferecer diferentes suportes e riscadores para seu filho. Papéis de diferentes texturas, cores e tamanhos, como lixa, papelão, papel canson, papel vegetal... Quanto maior a variedade, melhor. Entre os riscadores, varie os tipos de lápis, giz de cera e canetas. Cada material vai proporcionar um desenho diferente e, quanto maior a variedade, maiores as experiências das crianças.

4 - Espaço para desenhar. Tenha em casa um cantinho onde seu filho possa desenhar, vale até ser no chão, caso ele prefira. Um caderno de desenho e um estojo com lápis apontados, gizes de cera e canetinhas devem sempre estar à mão. Se forem pincéis, tintas ou canetinhas, forre um pedaço do chão e deixe a criança à vontade.

5 - Um mundo novo. Desenhar é um reflexo do descobrir. Além de abrir um enorme leque para a expressão e a fantasia, o desenho também contribui para a exploração do real, já que chama a atenção para os seres e objetos e desperta a atenção para formas, texturas, tamanho, cores, volumes e proporções.

6 - Observar e lembrar. É comum as crianças desenharem de acordo com a lembrança que têm dos objetos - e não os observando. Procure ajudar seu filho a despertar para o olhar. Use o cotidiano. Chame a atenção dele para uma janela grande, para as cores da água do mar, até para o desenho no chão com as gotas de água saídas de um regador, por exemplo. Descubram juntos texturas, formatos de folhas e de nuvens...

7 - Pais não são os 'grandes modelos'. Resista ao desejo de mostrar como desenhar. Apesar de desenhar em família ser ótimo, cada um deve ter seu espaço e seu traço.

8 - Crie referências. Visite museus, galeria de artes e onde tiver exposições que possam ser boas referências de arte para a criança, converse sobre o que for visto, o estilo do artista, compare. Livros infantis são também excelente estímulo - talvez o primeiro contato deles com uma obra de arte!


9 - Use fotografias. Para o francês Henri-Cartier Bresson, a maior referência em fotografia no mundo, a foto é um meio de desenhar. Fotografias podem render ótimos exercícios. Em uma exposição, por exemplo, converse com a criança sobre as formas, como pessoas diferem de objetos, os ângulos. Outra atividade bacana é colocar uma folha de papel vegetal por cima de uma foto e, com um lápis, permitir que ela descubra as linhas principais e, quem sabe, a poesia que há nas grandes fotografias de todos os tempos (na internet há milhares de exemplos como sites de grandes fotógrafos ou temáticos).


10 - Não serve como avaliação psicológica. Muita cautela para usar o desenho como uma avaliação de aspectos intelectuais ou emocionais da criança. Chega a ser perigoso dizer, por exemplo, que cores escuras no desenho denunciam crianças deprimidas, por exemplo. Apenas em consultórios de psicólogos, em meio a várias outras ferramentas, eles podem ser usados para avaliação dentro de um contexto mais amplo.


Fontes: Laïs Krücken Pereira, especialista em psicologia de desenvolvimento humano, Ana Paula Martinho, coordenadora da área de artes da escola Estilo de Aprender (SP), psicóloga Mônica Cintrão, Kika Almeida Mendes, tutora de Artes da Educação Infantil da Escola Viva

domingo, 16 de outubro de 2011

A TODOS NÓS PROFESSORES


Que todos os Professores possam se fortalecer e renovar-se a cada ano, a cada mês, a cada semana, a cada dia, a cada instante para que assim consigam construir e reformar as vidas que tanto precisam  deles.

Sônia Mara

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL



É na Educação Infantil que iniciamos o trabalho de incentivo ao desenvolvimento de comportamentos leitores antes mesmo da turminha aprender formalmente a ler. 
É certo que crianças que vivem em ambientes em que as pessoas fazem uso regular do ato de ler e escrever têm a possibilidade de construir esse conhecimento naturalmente ao imitar o adulto leitor. Mas sabemos também que nem toda criança tem a oportunidade de ver esse hábito em casa por isso precisam muito da escola.
É importante iniciar esse trabalho ainda na Educação Infantil: aproximar as crianças do mundo letrado, alimentar o imaginário e incorporar essa experiência às brincadeiras, jogos, desenhos e histórias.
Para formar os pequenos leitores é essencial que a leitura faça parte da rotina diária. Não espere uma biblioteca na escola, proporcione já esse momento delicioso nas suas aulas. Contagie suas crianças.

Que tal confeccionar uma caixa mágica para sua sala?
Mas o que tem de mágico numa caixa? A caixa pode se tornar mágica a medida em que você professor despertar nas crianças a curiosidade e a imaginação. Nela pode ter saci-pererê, cantigas de roda, coelhinho da páscoa, adivinhações, vários gêneros textuais que encantam o universo infantil.

E como trabalhar?
Leia diariamente para a turma; selecione atentamente os textos incluindo sempre as ilustrações pois as imagens estimulam o contato com as obras; explore oralmente os textos; cante, brinque e deixe sempre a caixa disponível para  as crianças.No decorrer dos dias o professor perceberá as crianças adquirindo comportamentos leitores.

Use a criatividade na hora de confeccionar a caixa. Recorte textos de livros, revistas e jornais Não esquecendo que estes devem ser adequados para a faixa etária das crianças.



Construí uma caixa mágica na minha casa quando minha primeira filha tinha três anos.

Meu 2º filho nasceu, então  reformamos a caixa com pedacinhos de eva coloridos.

Eles fazem a festa. Ela já lê pra ele e ele mesmo sem saber ler formalmente, lê pra gente também.






quarta-feira, 12 de outubro de 2011

SE TODOS FOSSEM IGUAIS - Reflexão

A dinâmica leva-nos a refletir sobre 
as diferenças na sala de aula e o nosso papel de educador construtor

VAMOS REFLETIR JUNTOS? quantas vezes falamos às nossas crianças:  "não! assim eu não te quero!" Isso acontece quando ela não quer brincar, quando não está conseguindo realizar por algum motivo a atividade, etc. lembra?
Depois de entregar a cada participante uma máscara, devemos avisar que passarão o encontro usando-a e se alguém retirá-la todos devem dizer firme e forte: NÃO! ASSIM NÃO TE QUEREMOS!
É possível perceber após alguns segundos o desconforto por parte deles. Uns reclamam, outros calam-se, alguns retiram bruscamente as máscaras. 
É claro que não os deixaremos até o final com elas  pois alguns segundos são suficientes para refletirmos sobre o  que as crianças sentem ao serem cobradas por serem diferentes, quando não são aceitas nas suas limitações.
Ao final, cada participante irá expor o que sentiu tendo que ser igual ao outro, a se comportar como o outro e a dizer não àqueles diferentes de si.

"Precisamos substituir atitudes autoritárias por ações motivadoras. As crianças precisam encantar-se na escola e tudo mais elas conseguirão fazer." (Sônia Mara)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

OUTUBRO: MÊS DA CRIANÇA E DO PROFESSOR

 Professor



Parabéns e obrigada as Professoras Vilanir, Marcia e Auxiliar Vanderlúcia.
"Ninguém pode ter profissão mais nobre do que construtor do futuro"
Professora do meu filho Thomas: "Vilanir



Eu e minha filha Isadora. 
Educar-um ato de amor



CRIANÇA
"Geralmente a gente devolve ao mundo aquilo que teve na infância"




CONTA PRA MIM

Ouvir histórias é um momento mágico e encantador. Com elas, ouvinte e narrador se encontram na mesma viagem e compartilham emoções para além da realidade.
O contato da criança com as histórias infantis inicia-se pela mediação do adulto que a narra.
Quem resiste a voz de um pequeno ao pedir: CONTA PRA MIM?!!!!

É nesse clima de aventura e descoberta que iremos nos deliciar e vez ou outra dizer: Conta pra mim!